O artigo de Ray Kurzweil, Ser Humano 2.0, mostra como será o nosso futuro - na sua visão - e o quanto ele está decepcionado com o corpo humano em seus mais diversos aspectos.
O texto já se inicia tocando em uma assunto muito polêmico, o sexo, e como as pessoas tem fragmentado a ideia inicial, e principal, ou seja, sexo-reprodução. Alimentando a ideia de que muitas pessoas sentem prazer em comer algo, ressalta que na versão 2.0 do ser humano, não haverá limitações quando o assunto for alimentação. Após se desfazer do sistema biológico, o que na opinião de várias pessoas é impecável em sua constituição, substitui o incrível funcionamento dos órgãos por nanorrobôs, capazes de nos propiciar nutrientes necessários para uma vida saudável e duradoura sem o aparecimento de doenças ligadas à alimentação.
Uma atribuição muito comum, presente no texto, e a inversão dos princípios humanos, como o querer e o poder. Em determinada situação, o ser humano será capaz de ser quem desejar e estar aonde quiser sem sair do lugar. Segundo Kurzweil haverá nanorrobôs em nossos cérebros capazes de expandir nossas conexões neurais, possibilitando aos futuros "ciborgues" criar ambientes virtuais tão reais como os físicos.
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| Nonorrobôs no sistema sanguíneo |
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| Ciborgue |
No final das contas nosso planeta não está pronto para suportar tantas mudanças significativas. Apesar de grande, não teria espaço para alocar pessoas com capacidades de vida estimadas de até 500 anos, como previsto para o Ser Humano 2.0.








